19 de mar. de 2012

Sala de Recursos Multifuncional para a Eja

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO
1
INSTRUÇÃO N° 014/2011-SEED/SUED
A Superintendente da Educação, no uso de suas atribuições e
considerando:
• a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional N. 9394/96;
• o Decreto Federal N° 7.611, de 17 de novembro de 2011;
• e os preceitos legais que regem a Educação Especial, emite
1 DEFINIÇÃO
Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA é um atendimento educacional
especializado, de natureza pedagógica que complementa a escolarização realizada em
Escolas EJA, nos CEEBJA, tanto nas turmas da sede destes estabelecimentos de ensino,
como nas descentralizações, que visa atender a alunos oriundos de serviços da educação
especial, regularmente matriculados na EJA.
2 OBJETIVO
Implementar e assessorar ações pedagógicas conjuntas com o professor das disciplinas,
direção, equipe pedagógica e demais funcionários, bem como, atuar como agente
mediador entre aluno/conhecimento, professor/aluno e aluno/aluno.
3 ALUNADO
3.1 Deficiência intelectual: em conformidade com a Associação Americana de Retardo
Mental, alunos com deficiência intelectual são aqueles que possuem incapacidade
caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no
comportamento adaptativo e está expresso nas habilidades práticas, sociais e
conceituais, originando-se antes dos dezoito anos de idade.
Estabelece critérios para o atendimento educacional
especializado em Sala de Recursos Multifuncional -
Tipo I na Educação de Jovens e Adultos – Fase I,
Fase II e Ensino Médio – área da deficiência
intelectual, deficiência física neuromotora, transtornos
globais do desenvolvimento e transtornos funcionais
específicos.
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3.2 Deficiência física neuromotora: aquele que apresenta comprometimento motor
acentuado, decorrente de sequelas neurológicas que causam alterações funcionais
nos movimentos, na coordenação motora e na fala, requerendo a organização do
contexto escolar no reconhecimento das diferentes formas de linguagem que utiliza
para se comunicar ou para comunicação.
3.3 Transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de
alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações
sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos
com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno
desintegrativo da infância (psicose) e transtornos invasivos sem outra especificação.
3.4 Transtornos funcionais específicos: refere-se a funcionalidade específica
(intrínsecas) do sujeito, sem o comprometimento intelectual do mesmo. Diz respeito a
um grupo heterogêneo de alterações manifestadas por dificuldades significativas: na
aquisição e uso da audição, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades
matemáticas, na atenção e concentração.
4 CRITÉRIOS PARA ORGANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL
ESPECIALIZADO
A Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA deverá obrigatoriamente estar
contemplada no Projeto Político-Pedagógico e Regimento Escolar, funcionará com
características próprias em consonância com as necessidades específicas do aluno e
organização da oferta de ensino.
4.1 Quanto à carga horária
Cada Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA terá autorização de funcionamento
de 20 horas/aula semanais, sendo 16 horas/aula para efetivo trabalho pedagógico
diretamente com o aluno ou orientação ao professor das disciplinas e 4 (quatro) horasatividade
do professor, de acordo com a legislação vigente.
4.2 Quanto ao número de alunos
O número máximo é de 20 (vinte) alunos com atendimento por cronograma, para cada
Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA.
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4.3 Quanto ao cronograma de atendimento pedagógico
a) O atendimento educacional especializado deverá ser realizado por cronograma, de
forma a oferecer o suporte necessário às necessidades educacionais especiais dos
alunos, consonante a área específica, favorecendo seu acesso ao conhecimento.
b) O atendimento por cronograma poderá ser individual, em pequenos grupos ou junto ao
professor da disciplina em sala de aula.
c) O cronograma de atendimento deve ser flexível e reorganizado sempre que necessário
para atender as necessidades educacionais dos alunos com o acordo da equipe
pedagógica do estabelecimento.
d) No cronograma deve constar um horário para realização do trabalho colaborativo com
professores das diferentes disciplinas.
e) Outras possibilidades de organização do cronograma deverão ter anuência da direção
e equipe pedagógica do estabelecimento de ensino, devidamente registrada em ata,
com vistas a atender as necessidades e especificidades de cada localidade.
f) Para os CEEBJA e Escolas de EJA:
• Sede - Organização individual e coletiva: o atendimento ao aluno, na Sala de
Recursos Multifuncional – Tipo I na EJA deverá ser em horário diferente ao que o
aluno está matriculado e frequentando a(s) disciplina(s).
• APED – Organização coletiva: o atendimento do aluno na Sala de Recursos
Multifuncional – Tipo I na EJA deverá ser preferencialmente em horário diferente ao
que o aluno está matriculado e frequentando a(s) disciplina(s) ou ainda receber
acompanhamento especializado do professor de SRM, em sala de aula junto com o
professor da disciplina.
5 CRITÉRIOS PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO
O trabalho pedagógico da Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA oportunizará
autonomia, independência e valorização do aluno, e desenvolver-se-a em 2 eixos:
Eixo 1 - Trabalhar o desenvolvimento de processos educativos: que favoreçam a
atividade cognitiva e os conteúdos defasados, principalmente de leitura, escrita e conceitos
matemáticos.
Eixo 2 - Trabalho colaborativo junto aos professores das disciplinas: com objetivo de
desenvolver ações para possibilitar o acesso curricular, avaliação diferenciada e organizar
estratégias pedagógicas de forma a atender as necessidades educacionais especiais dos
alunos.
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6 INGRESSO E ACOMPANHAMENTO
6.1 Ingresso: alunos que já frequentaram serviços e apoios da Educação Especial (Escola de
Educação Especial, Classe Especial e/ou Sala de Recursos Multifuncional). O professor
especializado deverá realizar apenas a avaliação pedagógica com vistas ao atendimento
pedagógico do aluno.
6.2 A avaliação processual: obedecerá os critérios da organização de ensino.
6.3 Os avanços acadêmicos do aluno na Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I na
EJA, devem ser registrados em relatório pedagógico semestral, elaborado pelo professor
da Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na EJA e arquivados na pasta individual do
aluno.
7 ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIOAL – TIPO I NA
EJA
a) Identificar as necessidades educacionais especiais dos alunos com deficiência intelectual,
deficiência física neuromotora, transtornos globais do desenvolvimento, transtornos
funcionais específicos.
b) Elaborar Plano de Intervenções Pedagógicas juntamente com os docentes das disciplinas
e com a equipe pedagógica, visando o atendimento as necessidades educacionais
especiais deste alunado.
c) Participar do planejamento e conselho de classe, junto aos docentes das disciplinas,
orientando quanto às necessidades educacionais especiais dos alunos.
d) Realizar um trabalho colaborativo com os docentes das disciplinas no desenvolvimento de
práticas pedagógicas inclusivas.
e) Articular junto aos docentes das disciplinas, quanto ao trabalho pedagógico, metodologia,
recursos didáticos e formas de avaliações mais adequadas a serem utilizadas.
f) Prestar apoio pedagógico ao aluno, com ênfase à complementação da escolarização.
g) Organizar cronograma de atendimento pedagógico.
h) Acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno, visando à funcionalidade das
intervenções e recursos pedagógicos trabalhados nas disciplinas.
i) Registrar sistematicamente todos os avanços e dificuldades do aluno, conforme Plano de
Intervenções Pedagógicas.
j) Participar de todas as atividades previstas no calendário escolar.
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k) Produzir materiais didáticos acessíveis, considerando as necessidades educacionais
específicas dos alunos e os desafios que estes vivenciam nas diferentes disciplinas.
8 Quanto à Matrícula
As instituições deverão registrar o aluno da Sala de Recursos Multifuncional - Tipo I, na EJA
tanto no SEJA, quanto no Censo Escolar MEC/INEP.
9 CRITÉRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO E/OU CESSAÇÃO
DE FUNCIONAMENTO DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL – TIPO I NA EJA
a) A direção da escola deve garantir espaço físico.
b) Alunos que já frequentaram serviços e apoios da Educação Especial (Escola de Educação
Especial, Classe Especial e/ou Sala de Recursos Multifuncional).
c) Professor especializado em cursos de pós-graduação em educação especial ou
licenciatura plena com habilitação em educação especial ou habilitação específica em
nível médio, na extinta modalidade de estudos adicionais e atualmente na modalidade
normal.
d) Protocolar a documentação exigida de acordo com as orientações da
SEED/CEF/DEEIN/EJA.
e) Encaminhar o protocolado para SEED/DEEIN para análise pedagógica inicial e
providências.
Curitiba, 21 de novembro de 2011.
Meroujy Giacomassi Cavet
Superintendente da Educação

Retorno as atividades....

Olá Pessoal! Retornando as atividades do Blog... Neste ano possuímos algumas informações novas, referentes a Sala de Recursos... Primeiro: Todas as Salas de Recursos serão Multifuncional, consta uma nova Instrução de Trabalho e algumas novidades referentes a Avaliação. Confira a Nova Instrução:
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SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO
1 INSTRUÇÃO N° 016/2011 – SEED/SUED
A Superintendente da Educação, no uso de suas atribuições e, considerando:
• a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional N° 9394/96;
• o Decreto Federal N° 7611, de 17 de novembro de 2011;
• e os preceitos legais que regem a Educação, emite
1. DEFINIÇÃO
Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica é um atendimento
educacional especializado, de natureza pedagógica que complementa a escolarização de
alunos que apresentam deficiência Intelectual, deficiência física neuromotora, transtornos
globais do desenvolvimento e transtornos funcionais específicos, matriculados na Rede
Pública de Ensino.
2. OBJETIVO
Apoiar o sistema de ensino, com vistas a complementar a escolarização de alunos com
deficiência Intelectual, deficiência física neuromotora, transtornos globais do
desenvolvimento e transtornos funcionais específicos, matriculados na Rede Pública de
Ensino.
3. ALUNADO
Alunos matriculados na rede pública de ensino com:
3.1 Deficiência intelectual: Em conformidade com a Associação Americana de Retardo
Mental, alunos com deficiência intelectual são aqueles que possuem incapacidade
caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no
Estabelece critérios para o atendimento
educacional especializado em SALA DE
RECURSOS MULTIFUNCIONAL TIPO I, na
Educação Básica – área da deficiência
intelectual, deficiência física neuromotora,
transtornos globais do desenvolvimento e
transtornos funcionais específicos.
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comportamento adaptativo e está expresso nas habilidades práticas, sociais e conceituais,
originando-se antes dos dezoito anos de idade.
3.2 Deficiência física neuromotora: aquele que apresenta comprometimento motor
acentuado, decorrente de sequelas neurológicas que causam alterações funcionais nos
movimentos, na coordenação motora e na fala, requerendo a organização do contexto
escolar no reconhecimento das diferentes formas de linguagem que utiliza para se
comunicar ou para comunicação.
3.3 Transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de
alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais,
na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com
autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da
infância (psicose) e transtornos invasivos sem outra especificação.
3.4 Transtornos funcionais específicos: Refere-se a funcionalidade específica (intrínsecas)
do sujeito, sem o comprometimento intelectual do mesmo. Diz respeito a um grupo
heterogêneo de alterações manifestadas por dificuldades significativas: na aquisição e uso
da audição, fala, leitura, escrita, raciocínio ou habilidades matemáticas, na atenção e
concentração.
4. CRITÉRIOS PARA ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL
A Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica deverá obrigatoriamente
estar contemplada no Projeto Político-Pedagógico e Regimento da Escola, funcionará com
características próprias em consonância com as necessidades específicas do aluno nela
matriculado.
4.1 Quanto à carga horária:
a) Nas instituições estaduais, cada Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na
Educação Básica terá autorização para funcionamento de 20 horas/aulas semanais,
sendo 16 horas/aula para efetivo trabalho pedagógico e 4 (quatro) horas-atividade
do professor, de acordo com a legislação vigente.
b) Nas escolas municipais, cada Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na
Educação Básica terá autorização de funcionamento de 20 horas/relógio semanais.
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A carga-horária reservada para hora-atividade do professor deve respeitar a
normatização da mantenedora.
4.2 Quanto aos recursos materiais
A Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica deve ser organizada
com materiais didáticos de acessibilidade, recursos pedagógicos específicos adaptados,
equipamentos tecnológicos e mobiliários. Entre estes destacam-se os jogos pedagógicos
que valorizem os aspectos lúdicos, estimulem a criatividade, a cooperação, a
reciprocidade e promovam o desenvolvimento dos processos cognitivos.
4.3 Quanto ao número de alunos
O número máximo é de 20 (vinte) alunos com atendimento por cronograma, para cada
Sala de Recursos Multifuncional - Tipo I, na Educação Básica.
4.4 Quanto ao cronograma de atendimento
a) O horário de atendimento ao aluno, na Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na
Educação Básica deverá ser em período contrário ao que este está matriculado e
frequentando a classe comum.
b) O atendimento educacional especializado deverá ser realizado por cronograma. Poderá
ser individual ou em grupos, de forma a oferecer o suporte necessário às necessidades
educacionais especiais dos alunos, consonante a área específica, favorecendo seu
acesso ao conhecimento.
c) O cronograma de atendimento deve ser flexível, organizado e reorganizado sempre que
necessário de acordo com as necessidades educacionais dos alunos.
d) No cronograma deve constar um horário para realização do trabalho colaborativo com
professores do ensino regular e família.
e) A Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica deverá atender os alunos
matriculados da escola onde está autorizada, assim como alunos de outras escolas
públicas da região.
f) Outras possibilidade de organização do cronograma deverão ter anuência da direção e
equipe pedagógica do estabelecimento de ensino, devidamente registrada em ata, com
vistas a atender as necessidades e especificidades de cada localidade.
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4.5 Quanto à frequência
a) O aluno frequentará a Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica o
tempo necessário para superar as dificuldades e obter êxito no processo de aprendizagem
na classe comum.
b) O número de atendimento pedagógico deverá ser de 2 (duas) a 4 (quatro) vezes por
semana, não ultrapassando 2 (duas) horas/aula diárias.
c) O professor da Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica deverá
registrar o controle de frequência dos alunos em Livro de Registro de Classe próprio do
sistema.
d) O horário de atendimento da Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica
deverá seguir a estrutura e funcionamento da escola onde está autorizada.
4.6 Quanto à documentação
a) Cabe à secretaria da escola que mantém a Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na
Educação Básica, a responsabilidade sobre a documentação do aluno.
b) Na pasta individual do aluno, além dos documentos exigidos para a classe comum, deverá
conter os relatórios de avaliação psicoeducacional no contexto escolar que indicou este
atendimento especializado e relatório pedagógico do aluno, elaborado a partir do
conselho de classe, conforme regimento escolar.
c) Quando o aluno frequentar a Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação
Básica em escola diferente ao da classe comum, esta deverá constar na pasta individual
a documentação citada no item anterior, vistada pela equipe técnico-pedagógica de
ambas as escolas.
d) No histórico escolar não deverá constar que o aluno frequentou Sala de Recursos
Multifuncional - Tipo I, na Educação Básica.
e) Para transferência do aluno, além dos documentos da classe comum, deverão ser
acrescentadas cópias do relatório de avaliação psicoeducacional no contexto escolar e o
relatório pedagógico.
4.7 Quanto à Matrícula e Desligamento
a) As instituições deverão matricular o aluno no Sistema Estadual de Registro Escolar –
SERE, de acordo com os códigos próprios do serviço.
b) Todas as escolas deverão registrar o aluno público-alvo da Educação Especial da Sala de
Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica, no Censo Escolar MEC/INEP.
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c) O desligamento do aluno da Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica
deverá ser formalizado por meio de relatório pedagógico elaborado pelo professor
especializado, juntamente com a equipe pedagógica, devendo ficar arquivado na pasta
individual do aluno.
5 CRITÉRIOS DE ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA
5.1 Plano de Atendimento Educacional Especializado - é uma proposta de intervenção
pedagógica a ser desenvolvida de acordo com a especificidade de cada aluno. Será
elaborado a partir das informações da avaliação psicoeducacional no contexto escolar,
contendo objetivos, ações/atividades, período de duração, resultados esperados, de
acordo com as orientações pedagógicas da SEED/DEEIN.
5.2 Ação pedagógica
O trabalho pedagógico a ser desenvolvido na Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na
Educação Básica deverá partir dos interesses, necessidades e dificuldades de
aprendizagem específicas de cada aluno, oferecendo subsídios pedagógicos, contribuindo
para a aprendizagem dos conteúdos na classe comum e, utilizando-se ainda, de
metodologias e estratégias diferenciadas, objetivando o desenvolvimento da autonomia,
independência e valorização do aluno. O trabalho pedagógico deverá ser realizado em 3
eixos:
a) Eixo 1 - Atendimento individual:
• Sala de Recursos Multifuncional tipo I, na Educação Básica – anos iniciais:
trabalhar o desenvolvimento de processos educativos que favoreçam a atividade cognitiva
(áreas do desenvolvimento).
• Sala de Recursos Multifuncional tipo I, na Educação Básica – anos finais: trabalhar
o desenvolvimento de processos educativos que favoreçam a atividade cognitiva (áreas do
desenvolvimento) e os conteúdos defasados dos anos iniciais, principalmente de leitura,
escrita e conceitos matemáticos.
• Sala de Recursos Multifuncional tipo I, na Educação Básica – ensino médio:
trabalhar o desenvolvimento de processos educativos, que favoreçam a atividade cognitiva
e os conteúdos defasados, principalmente de leitura, escrita e conceitos matemáticos.
b) Eixo 2 - Trabalho colaborativo com professores da classe comum
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Tem como objetivo desenvolver ações para possibilitar o acesso curricular, adaptação
curricular, avaliação diferenciada e organização estratégias pedagógicas de forma a
atender as necessidades educacionais especiais dos alunos.
c) Eixo 3 - Trabalho colaborativo com a família
Tem como objetivo possibilitar o envolvimento e participação desta no processo
educacional do aluno.
5.3 Avaliação de Ingresso
Se efetiva a partir da avaliação psicoeducacional no contexto escolar, que possibilita o
reconhecimento das necessidades educacionais especiais dos alunos com indicativos de:
a) deficiência intelectual, a avaliação inicial deverá ser realizada pelo professor de Sala
de Recursos Multifuncional – Tipo I e/ou pedagogo da escola. Deverá enfocar
aspectos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção de
textos, sistemas de numeração, cálculos, medidas, entre outros, bem como as áreas
do desenvolvimento, considerando as habilidades adaptativas, práticas sociais e
conceituais, acrescida necessariamente de parecer psicológico com o diagnóstico da
deficiência.
b) deficiência física neuromotora, a avaliação inicial deverá ser realizada pelo professor
de Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I e/ou pedagogo da escola. Deverá enfocar
aspectos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção de
textos, sistemas de numeração, cálculos, medidas, entre outros, bem como as áreas
do desenvolvimento, considerando ainda, a utilização da comunicação alternativa para
escrita e/ou para fala, recursos de tecnologias assistivas e práticas sociais, acrescida
de parecer de fisioterapeuta e fonoaudiólogo. Em caso de deficiência intelectual
associado, complementar com parecer psicológico.
c) transtornos globais do desenvolvimento, a avaliação inicial deverá ser realizada
pelo professor de Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I e/ou pedagogo da escola.
Deverá enfocar aspectos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação,
produção de textos, sistemas de numeração, cálculos, medidas, entre outros, bem
como as áreas do desenvolvimento, acrescida necessariamente por psiquiatra ou
neurologista e complementada quando necessário, por psicólogo.
d) transtornos funcionais específicos: a avaliação inicial deverá ser realizada pelo
professor de Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I e/ou pedagogo da escola,
sendo:
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• Distúrbios de aprendizagem – (dislexia, disortografia, disgrafia e discalculia),
deverá enfocar aspectos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação,
produção de textos, sistemas de numeração, cálculos, medidas, entre outros, bem
como as áreas do desenvolvimento, acrescida de parecer de especialista em
psicopedagogia e/ou fonoaudiológico e complementada quando necessário, por
psicólogo.
• Transtornos do déficit de atenção e hiperatividade – TDA/H, deverá enfocar
aspectos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção de
textos, sistemas de numeração, cálculos, medidas, entre outros, bem como as áreas
do desenvolvimento, acrescido de parecer neurológico e/ou psiquiátrico e
complementada quando necessário, por psicólogo.
5.4 Requisitos de ingresso na Sala de Recursos Multifuncional - tipo I, na Educação
Básica
a) Sala de Recursos Multifuncional - tipo I, anos iniciais
• Alunos que nunca frequentaram serviços da Educação Especial: avaliação
psicoeducacional no contexto escolar, conforme item 5.3.
• Alunos egressos de Classe Especial ou Escola de Educação Especial: realizar apenas
a avaliação pedagógica com vistas a atualização do Plano de Atendimento
Educacional Especializado (item 5.1).
b) Sala de Recursos Multifuncional - tipo I, anos finais
• Alunos que nunca frequentaram serviços da Educação Especial: avaliação
psicoeducacional no contexto escolar, conforme item 5.3.
• Alunos egressos de Sala de Recursos Multifuncional (Tipo I) anos iniciais, Classe
Especial ou Escola de Educação Especial: realizar apenas a avaliação pedagógica com
vistas a atualização do Plano de Atendimento Educacional Especializado (item 5.1).
c) Sala de Recursos Multifuncional - tipo I, ensino médio
• Alunos egressos de Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, anos finais do ensino
fundamental.
• Realizar apenas a avaliação pedagógica com vistas a atualização do Plano de
Atendimento Educacional Especializado (item 5.1).
5.5 O processo de avaliação psicoeducacional no contexto escolar deverá ser orientado e
vistado pela equipe de Educação Especial do NRE
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6 ACOMPANHAMETO
6.1 A avaliação processual na Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica
objetiva acompanhar o desenvolvimento do aluno e traçar novas possibilidades de
intervenção pedagógica. O desenvolvimento do aluno deverá ser observado/analisado no
contexto comum de ensino e no atendimento educacional especializado.
6.2 Os avanços acadêmicos do aluno tanto na classe comum como na Sala de Recursos
Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica, devem estar registrados em relatório
pedagógico, elaborado a partir do parecer dos professores das disciplinas no conselho de
classe.
6.3 A frequência do aluno na Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica,
deverá ser registrada no Livro de Registro de Classe próprio do Atendimento Educacional
Especializado - AEE.
7 ATRIBUIÇÕES DO PROFESSOR DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL – TIPO
I, EDUCAÇÃO BÁSICA
a) Identificar as necessidades educacionais especiais dos alunos.
b) Participar da avaliação psicoeducacional no contexto escolar dos alunos com
indicativos de deficiência intelectual, deficiência física neuromotora, transtornos globais
do desenvolvimento, e transtornos funcionais específicos, em conformidade com as
orientações da SEED/DEEIN.
c) Elaborar Plano de Atendimento Educacional Especializado, com metodologia e
estratégias diferenciadas, organizando-o de forma a atender as intervenções
pedagógicas sugeridas na avaliação psicoeducacional no contexto escolar.
d) Organizar cronograma de atendimento pedagógico individualizado ou em pequenos
grupos, devendo ser reorganizado, sempre que necessário, de acordo com o
desenvolvimento acadêmico e necessidades do aluno, com participação da equipe
pedagógica da escola e família.
e) Registrar sistematicamente todos os avanços e dificuldades do aluno, conforme plano
de atendimento educacional especializado e interlocução com os professores das
disciplinas.
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f) Orientar os professores da classe comum, juntamente com a equipe pedagógica, na
flexibilização curricular, avaliação e metodologias que serão utilizadas na classe
comum.
g) Acompanhar o desenvolvimento acadêmico do aluno na classe comum, visando à
funcionalidade das intervenções e recursos pedagógicos trabalhados na Sala de
Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica.
h) Realizar um trabalho colaborativo com os docentes das disciplinas no
desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas.
i) Desenvolver um trabalho colaborativo junto às famílias dos alunos atendidos na Sala
de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação Básica com o objetivo de discutir e
somar as responsabilidades sobre as ações pedagógicas a serem desenvolvidas.
j) Participar de todas as atividades previstas no calendário escolar, especialmente no
conselho de classe.
k) Produzir materiais didáticos acessíveis, considerando as necessidades educacionais
específicas dos alunos e os desafios que estes vivenciam no ensino comum a partir da
proposta pedagógica curricular.
l) Registrar a frequência do aluno Sala de Recursos Multifuncional – Tipo I, na Educação
Básica em livro de chama próprio do AEE.
8. CRITÉRIOS PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO E/OU CESSAÇÃO
DE FUNCIONAMENTO DA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL – TIPO I, NA
EDUCAÇÃO BÁSICA
8.1 A direção da escola deve garantir espaço físico.
8.2 Alunos avaliados conforme orientações pedagógicas da SEED/DEEIN, regularmente
matriculados e frequentando sala comum na Educação Básica da rede pública de ensino.
8.3 Professor especializado em cursos de pós-graduação em educação especial ou
licenciatura plena com habilitação em educação especial ou habilitação específica em
nível médio, na extinta modalidade de estudos adicionais e atualmente na modalidade
normal.
8.4 Protocolar a documentação exigida de acordo com as orientações da SEED/CEF/DEEIN.
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110
8.5 Encaminhar o protocolado para SEED/DEEIN para análise pedagógica e providências.
Curitiba 22 de novembro de 2011.
Meroujy Giacomassi Cavet
Superintendente da Educação

14 de dez. de 2011

Alunos da SR de AH/SD desenvolvem trabalho de Conscientização do Câncer de Mama...

No dia 26 de Novembro de 2011, houve uma mobilização no Colégio Monteiro Lobato, Dois Vizinhos – Pr, em defesa do Diagnóstico Precoce do Câncer de Mama, esta iniciativa partiu da Sala de Recursos de AH/SD. Foram organizadas oito mini palestras sobre o assunto e disponibilizados folders, com orientações sobre os sintomas, autoexame e mamografia, o laço cor de rosa que simboliza a campanha, também foi distribuído e aceito pelas turmas envolvidas, tanto meninas como meninos aceitaram a proposta e se mostraram interessados pelo assunto, uma vez que o Câncer de Mama, não é so uma doença relacionada a mulher!

                                                                Foto arquivo pessoal


23 de nov. de 2011

Dia 27/11 Dia Nacional contra o Câncer de Mama...

Como são as mamas:
As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que conduzem o leite produzido para fora pelo mamilo. Como todos os outros órgãos do corpo humano, também se encontram nas mamas vasos sanguíneos, que irrigam a mama de sangue, e os vasos linfáticos, por onde circula a linfa. A linfa é um líquido claro que tem uma função semelhante ao sangue de carregar nutrientes para as diversas partes do corpo e recolher as substâncias indesejáveis. Os vasos linfáticos se agrupam no que chamamos de gânglios linfáticos, ou ínguas. Os vasos linfáticos das mamas drenam para gânglios nas axilas (em baixo dos braços) na região do pescoço e no tórax.
Os tipos de câncer de mama:
O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada. A maioria dos cânceres de mama acomete as células dos ductos das mamas. Por isso, o câncer de mama mais comum se chama Carcinoma Ductal. Ele pode ser in situ, quando não passa das primeiras camadas de célula destes ductos, ou invasor, quando invade os tecidos em volta. Os cânceres que começam nos lóbulos da mama são chamados de Carcinoma Lobular e são menos comuns que o primeiro. Este tipo de câncer muito freqüentemente acomete as duas mamas. O Carcinoma Inflamatório de mama é um câncer mais raro e normalmente se apresenta de forma agressiva, comprometendo toda a mama, deixando-a vermelha, inchada e quente.
O câncer de mama, como muitos dos cânceres, tem fatores de risco conhecidos. Alguns destes fatores são modificáveis, ou seja, pode-se alterar a exposição que uma pessoa tem a este determinado fator, diminuindo a sua chance de desenvolver este câncer.
Existem também os fatores de proteção. Estes são fatores que, se a pessoa está exposta, a sua chance de desenvolver este câncer é menor.
Os fatores conhecidos de risco e proteção do câncer de mama são os seguintes:
Idade:
 
O câncer de mama é mais comum em mulheres acima de 50 anos. Quanto maior a idade maior a chance de ter este câncer. Mulheres com menos de 20 anos raramente têm este tipo de câncer.

Exposição excessiva a hormônios:
 
Terapia de reposição hormonal (hormônios usados para combater os sintomas da menopausa) que contenham os hormônios femininos estrogênio e progesterona aumentam o risco de câncer de mama. Não tomar ou parar de tomar estes hormônios é uma decisão que a mulher deve tomar com o seu médico, pesando os riscos e benefícios desta medicação.
Anticoncepcional oral (pílula) tomado por muitos anos também pode aumentar este risco.
Retirar os ovários cirurgicamente diminui o risco de desenvolver o câncer de mama porque diminui a produção de estrogênio (menopausa cirúrgica).
Algumas medicações "bloqueiam" a ação do estrogênio e são usadas em algumas mulheres que tem um risco muito aumentado de desenvolver este tipo de câncer. Usar estas medicações (como o Tamoxifen) é uma decisão tomada junto com o médico avaliando os risco e benefícios destas medicações.

Radiação:
 
Faz parte do tratamento de algumas doenças irradiar a região do tórax. Antigamente muitas doenças benignas se tratavam com irradiação. Hoje, este procedimento é praticamente restrito ao tratamento de tumores. Pessoas que necessitaram irradiar a região do tórax ou das mamas têm um maior risco de desenvolver câncer de mama.

Dieta:
 
Ingerir bebida alcoólica em excesso está associado a um discreto aumento de desenvolver câncer de mama. A associação com a bebida de álcool é proporcional ao que se ingere, ou seja, quanto mais se bebe maior o risco de ter este câncer. Tomar menos de uma dose de bebida alcoólica por dia ajuda a prevenir este tipo de câncer (um cálice de vinho, uma garrafa pequena de cerveja ou uma dose de uísque são exemplos de uma dose de bebida alcoólica).Se beber, portanto, tomar menos que uma dose por dia.
Mulheres obesas têm mais chance de desenvolver câncer de mama, principalmente quando este aumento de peso se dá após a menopausa ou após os 60 anos. Manter-se dentro do peso ideal (veja o cálculo de IMC neste site), principalmente após a menopausa diminui o risco deste tipo de câncer.
Seguir uma dieta saudável, rica em alimentos de origem vegetal com frutas, verduras e legumes e pobre em gordura animal pode diminuir o risco de ter este tipo de câncer. Apesar dos estudos não serem completamente conclusivos sobre este fator de proteção, aderir a um estilo de vida saudável, que inclui este tipo de alimentação, diminui o risco de muitos cânceres, inclusive o câncer de mama (veja Dieta do Mediterrâneo neste site).

Exercício físico:
 
Exercício físico normalmente diminui a quantidade de hormônio feminino circulante. Como este tipo de tumor está associado a esse hormônio, fazer exercício regularmente diminui o risco de ter câncer de mama, principalmente em mulheres que fazem ou fizeram exercício regular quando jovens.

História ginecológica:
 
Não ter filhos ou engravidar pela primeira vez tarde (após os 35 anos) é fator de risco para o câncer de mama.
Menstruar muito cedo (com 11 anos, ou antes) ou parar de menstruar muito tarde expõe a mulher mais tempo aos hormônios femininos e por isso aumenta o risco deste câncer.
Amamentar, principalmente por um tempo longo, um ano ou mais somado todos os períodos de amamentação, pode diminuir o risco do câncer de mama

História familiar:
 
Mulheres que tem parentes de primeiro grau, mães, irmãs ou filhas, com câncer de mama, principalmente se elas tiverem este câncer antes da menopausa, são grupo de risco para desenvolver este câncer.
Apesar de raro, homens também podem ter câncer de mama e ter um parente de primeiro grau, como o pai, com este diagnóstico também eleva o risco familiar para o câncer de mama.
Pessoas deste grupo de risco devem se aconselhar com o seu médico para definir a necessidade de fazer exames para identificar genes que possam estar presentes nestas famílias. Se detectado um maior risco genético, o médico pode propor algumas medidas para diminuir estes riscos. Algumas medidas podem ser bem radicais ou ter efeitos colaterais importantes. Retirar as mamas e tomar Tamoxifen são exemplos destas medidas. A indicação destes procedimentos e a discussão dos prós e contras é individual e deve ser tomada junto com um médico muito experiente nestes casos.

Alterações nas mamas:
 
Ter tido um câncer de mama prévio é um dos maiores fatores de risco para este tipo de câncer. Manter-se dentro do peso ideal, fazer exercício físico, seguir corretamente as recomendações do seu médico e fazer os exames de revisão anuais são medidas importantes para diminuir a volta do tumor ou ter um segundo tumor de mama.
Ter feito biópsias mesmo que para condições benignas está associado a um maior risco de ter câncer de mama.
Mamas densas na mamografia está associado a um maior risco para este tumor. É muito importante que a mamografia seja feita em um serviço qualificado e que o exame seja comparado com exames anteriores.

Sintomas do câncer de mama:
O câncer de mama normalmente não dói. A mulher pode sentir um nódulo (ou caroço) que anteriormente ela não sentia. Isso deve fazer ela procurar o seu médico. O médico vai palpar as mamas, as axilas e a região do pescoço e clavículas e se sentir um nódulo na mama pedirá uma mamografia.
A mulher também pode notar uma deformidade na suas mamas, ou as mamas podem estar assimétricas. Ou ainda pode notar uma retração na pele ou um líquido sanguinolento saindo pelo mamilo. Nos casos mais adiantados pode aparecer uma "ferida" (ulceração) na pele com odor muito desagradável.
No caso de carcinoma inflamatório a mama pode aumentar rapidamente de volume, ficando quente e vermelha.
Na maioria dos casos, a mulher é a responsável pela primeira suspeita de um câncer. É fundamental que ela conheça as suas mamas e saiba quando alguma coisa anormal está acontecendo. As mamas se modificam ao longo do ciclo menstrual e ao longo da vida. Porém, alterações agudas e sintomas como os relacionados acima devem fazer a mulher procurar o seu médico rapidamente. Só ele pode dizer se estas alterações podem ou não ser um câncer.
Como se faz o diagnóstico de câncer de mama:
A mamografia é um Rx das mamas. Este exame também é feito para detecção precoce do câncer quando a mulher faz o exame mesmo sem ter nenhum sintoma. Caso a mama seja muito densa, o médico também vai pedir uma ecografia das mamas.
Se a mamografia mostra uma lesão suspeita, o médico indicará uma biópsia que pode ser feita por agulha fina ou por agulha grossa. Geralmente, esta biópsia é feita com a ajuda de uma ecografia para localizar bem o nódulo que será coletado o material, se o nódulo não for facilmente palpável. Após a coleta, o material é examinado por um patologista (exame anátomo-patológico) que definirá se esta lesão pode ser um câncer ou não.
Tratamento para o câncer de mama:
Existem vários tipos de tratamento para o câncer de mama. São vários os fatores que definem o que é mais adequado em cada caso. Antes da decisão de que tipo de tratamento é mais adequado o médico analisa o resultado do exame anátomo-patológico da biópsia ou da cirurgia se esta já tiver sido feita. Além disso, o médico pede exames de laboratório e de imagem para definir qual a extensão do tumor e se ele saiu da mama e se alojou em outras partes do corpo.
Se o tumor for pequeno, o primeiro procedimento é uma cirurgia onde se tira o tumor. Dependendo do tamanho da mama, da localização do tumor e do possível resultado estético da cirurgia, o cirurgião retira só o nódulo, uma parte da mama (geralmente um quarto da mama ou setorectomia) ou retira a mama inteira (mastectomia) e os gânglios axilares.
As características do tumor retirado e a extensão da cirurgia definem se a mulher necessitará de mais algum tratamento complementar ou não. Geralmente, se a mama não foi toda retirada, ela é encaminhada para radioterapia.
Dependendo do estadiamento, ou seja, quão avançada está a doença (tamanho, número de nódulos axilares comprometidos e envolvimento de outras áreas do corpo), também será indicada quimioterapia ou hormonioterapia. Radioterapia é o tratamento que se faz aplicando raios para eliminar qualquer célula que tenha sobrado no local da cirurgia que por ser tão pequena não foi localizada pelo cirurgião nem pelo patologista. Este tratamento é feito numa máquina e a duração e intensidade dependem das características do tumor e da paciente.
Quimioterapia é o uso de medicamentos, geralmente intravenosos, que matam células malignas circulantes. O tipo de quimioterápico utilizado depende se a mulher já está na menopausa e a extensão da sua doença. Hormonioterapia é o uso de medicações que bloqueiam a ação dos hormônios que aumentam o risco de desenvolver este tipo de câncer. Este tratamento é dado para aquelas pacientes em que o tumor mostrou ter estes receptores positivos (receptor de estrogênio e receptor de progesterona).
Detecção precoce do câncer de mama:
O exame de palpação realizado pelo médico e a mamografia são os exames realizados para uma detecção precoce desse tipo de câncer.
Como o médico faz esse exame?
O exame mais fácil de se realizar para se detectar uma alteração da mama é o exame de palpação. Neste exame o médico palpa toda a mama, a região da axila e a parte superior do tronco em busca de algum nódulo ou alteração da pele, como retração ou endurecimento, e de alguma alteração no mamilo.
A mamografia é um Raio X das mamas e das porções das axilas mais próximas das mamas. Nesse exame, o radiologista procura imagens sugestivas de alterações do tecido mamário e dos gânglios da axila. A ecografia das mamas pode auxiliar o radiologista a definir que tipo de alterações são essas.
Esses exames, quando realizados anualmente ou mais freqüentemente, dependendo da história individual da paciente (presença de fatores de risco ou história de tumores e biópsias prévias), pode diminuir a mortalidade por esse tipo de tumor, quando realizados entre os 50 e os 69 anos.
Porém, este tipo de tumor tem características diferentes para populações diferentes. Isto altera o quanto a mamografia é eficaz em diminuir a mortalidade por este tipo de tumor.
Realizar esses exames entre os 40 e os 49 anos pode diminuir a mortalidade por este tipo de tumor, mas o efeito dessa diminuição só se dará quando essas mulheres tiverem mais de 50 anos.


Extraído do site:

4 de nov. de 2011

LEGISLAÇÃO QUE TRATA DA INCLUSÃO...

1. Constituição de 1988 (consultar o artigo 208)
2. Lei 7.853, de 1989, dispõe sobre o apoio às pessoas portadoras de deficiência, sua integração social
3. Estatuto da Criança e do adolescente, de 1990
 4. Íntegra da Declaração de Salamanca, de 10 de junho de 1994, sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais
 5. Capítulo da LDB, de 1996, sobre a Educação Especial
6. Decreto nº. 3.298, de 1999, regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
 7. A lei 10.172, de 2001, aprova o Plano Nacional de Educação que estabelece vinte e oito objetivos e metas para a educação das pessoas com necessidades educacionais especiais
8. Resolução número 2, de 11 de setembro de 2001 que institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica
 9. Íntegra do Decreto no. 3.956, de outubro de 2001, que promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Guatemala)
10. Resolução do Conselho Nacional de Educação nº1/2002, define que as universidades devem prever em sua organização curricular formação dos professores voltada para a atenção à diversidade e que contemple conhecimentos sobre as especificidades dos alunos com necessidades educacionais especiais
11. A lei nº 10.436/02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão
12. Decreto No. 5.626/05 - Dispõe sobre a inclusão da Libras como disciplina curricular, a formação e a certificação de professor, instrutor e tradutor/intérprete de Libras
13. Decreto número 6.571, de 17 de setembro de 2008, que dispõe sobre o atendimento educacional especializado 14. A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva.
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/inclusao-no-brasil/legislacao-educacional-trata-inclusao-482187.shtml

1 de set. de 2011

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Na semana do dia 21 a 28 de Agosto comemorou-se em todo Brasil, a Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que teve como tema: A pessoa com deficiência quebra a cultura da indiferença. Tenha coragem de ser diferente. A campanha abrange todo território Brasileiro e são muitas as atrações realizadas. A pessoa com deficiência intelectual e múltipla consegue fazer o que você faz, e viver como você vive.
Confira algumas das atrações do nosso Estado;http://www.educacao.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/55/thumb_3108apae_tamboara.jpg http://www.educacao.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=2793&tit=Apaes-festejam-a-Semana-da-Pessoa-com-Deficiencia

31 de ago. de 2011

Homenagem ao dia do Psicólogo...

O Colégio Estadual Monteiro Lobato, E.F.M, homenageou a psicóloga Jussara M. Miotto pela passagem do dia do psicólogo (27/08) e pelas avaliações psicopedagógicas realizadas com os alunos da Sala de Recursos. Ninguém melhor representa essa profissão como esta profissional, dedicada e carismática, que realizou um trabalho gratuíto, muitas vezes por intermédio da direção da APAE e também nos recebeu em sua casa inúmeras vezes, abrindo as portas para nossos professores e alunos. Desejo a você, muita saúde e paz...
Obrigada, Jussara!